PARA MEMÓRIA FUTURA

ACADÉMICA

O jogo Académica-Famalicão, de triste memória para a equipa da casa, a nossa Académica, deu já muito que falar e vai continuar a dar.

Não bastava a má e persecutória arbitragem, “vendida” à equipa adversária, ainda aconteceu o gesto provocador e infame de João Tomás, ex-atleta de má memória para a Briosa, e ora dirigente do Famalicão, que irritou todos quantos o viram, incendiando as bancadas.

Por isso, registem-se os factos: o que se passou no fim do jogo foi reflexo, ou o resultado, de uma arbitragem vergonhosa que, deliberadamente, “roubou” a Académica, impedindo-a de ganhar o desafio. Foi-o, também, fruto do gesto ofensivo do “esquizofrénico” João Tomás – um cabotino! – cheio de dor de cotovelo e de raiva paternalmente genética, de quem não conseguiu ir, desportivamente, além da cepa torta.

Registe-se isto, e repetimo-lo, para memória futura!

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